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Transporte de cargas recua em dezembro e fecha 2025 com alta acumulada de 1,5%

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O volume do transporte de cargas no Brasil registrou recuo de 1,6% em dezembro de 2025 na comparação com novembro, na série livre de influências sazonais. As informações fazem parte de levantamento divulgado pelo IBGE, que acompanham o desempenho do setor de transportes no país.

O resultado de dezembro interrompeu uma sequência de seis meses consecutivos de crescimento, período em que o segmento acumulou ganho de 3,1%. Com esse desempenho, o transporte de cargas passou a operar 4,4% abaixo do ponto mais alto da série histórica, registrado em julho de 2023.

Na comparação com o período pré-pandemia, o volume do transporte de cargas segue em patamar superior. Em dezembro de 2025, o setor operava 38,0% acima do nível de fevereiro de 2020, segundo os dados do IBGE.

No confronto com dezembro de 2024, sem ajuste sazonal, o transporte de cargas apresentou crescimento de 3,8%, marcando o oitavo resultado positivo consecutivo nessa base de comparação. No acumulado de 2025, o volume do transporte de cargas registrou expansão de 1,5% frente ao mesmo período de 2024.

TRANSPORTE, ARMAZENAGEM E CORREIO

Segundo o IBGE, o grupo de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio registrou queda de 3,1% em dezembro de 2025, após variações de 0,8% em outubro e -1,3% em novembro. No acumulado do ano, o grupo apresentou alta de 2,5%, enquanto o resultado dos últimos 12 meses foi de crescimento de 2,3%.

Dentro desse grupo, o transporte terrestre recuou 1,7% em dezembro, com alta de 4,5% no acumulado de 2025 e crescimento de 0,8% nos últimos 12 meses. O transporte de cargas, incluído nessa atividade, apresentou queda de 3,8% no mês, com alta acumulada de 6,9% em 2025 e crescimento de 4,5% nos últimos 12 meses.

A atividade de armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio registrou recuo de 4,9% em dezembro. No acumulado de 2025, o segmento apresentou queda de 5,6%, enquanto o resultado dos últimos 12 meses apontou recuo de 1,0%.

Fonte: Mundo Logística