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Com novas regras da ANTT, nstech destaca soluções para piso mínimo do frete e emissão de CIOT

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Ecossistema da companhia integra TMS, efrete e QUALP para apoiar embarcadores e transportadores na conformidade regulatória

A publicação das Resoluções nº 6.077/2026 e nº 6.078/2026 pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que regulamentam a aplicação da Medida Provisória nº 1.343/2026, trouxe mudanças operacionais para o cumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas. Entre os principais pontos está a centralidade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) e o deslocamento da fiscalização para a etapa de contratação do frete.

Nesse contexto, a nstech posiciona o portfólio de soluções como um suporte para empresas que precisam se adaptar às novas exigências regulatórias. De acordo com a companhia, diferentes ferramentas do grupo já contemplam funcionalidades voltadas à apuração do piso mínimo e à emissão do CIOT, considerando os diferentes modelos operacionais previstos pela norma — como as relações entre embarcadores, Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas (ETCs) e Transportadores Autônomos de Cargas (TACs).

O TMS da nstech, por exemplo, possui uma calculadora de piso mínimo integrada ao sistema de gestão, permitindo que o valor do frete seja apurado conforme as tabelas vigentes. Segundo a empresa, a funcionalidade busca apoiar a tomada de decisão ainda na fase de contratação, alinhada à lógica de bloqueio de operações em desacordo com o piso mínimo.

Já a efrete, solução especializada na gestão de pagamentos de frete, realiza a emissão do CIOT para o contratante da operação quando há participação de TAC ou equiparado. De acordo com a nstech, esse processo atende tanto cenários em que o embarcador contrata diretamente o autônomo quanto aqueles em que a contratação ocorre por meio de uma ETC.

Complementarmente, a QUALP disponibiliza o cálculo do frete mínimo com possibilidade de integração aos sistemas dos clientes, viabilizando a apuração automática por viagem. A companhia destacou que a proposta é reduzir intervenções manuais e aumentar a consistência das informações utilizadas na operação.

De acordo com a nstech, a integração dessas soluções em um único ecossistema tem como objetivo apoiar embarcadores e transportadores na adequação às exigências regulatórias, além de contribuir para a padronização dos processos e a rastreabilidade das operações de transporte.

Para os interessados em entender como aplicar as funcionalidades no contexto das novas regras, a companhia reforçou que consultem os especialistas do grupo para avaliação dos cenários operacionais e definição das melhores estratégias de implementação.

Fonte: Mundo Logística