Movimento de caminhões cresce 1,5% nas rodovias em fevereiro

O movimento de caminhões nas estradas pedagiadas cresceu 1,5% em fevereiro sobre janeiro. Na comparação com o mesmo mês de 2020, o avanço foi de 4,4%. Os dados são da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e analisados pela consultoria Tendências Integrada.

O aumento do movimento de veículos pesados, de acordo com a consultoria Tendências, está ligado diretamente à recuperação da atividade de transporte de cargas no Brasil. Por causa de setores da economia que continuam aquecidos, principalmente o agronegócio, comércio eletrônico e construção civil, a demanda por transporte aumenta e, consequentemente, há mais caminhões nas estradas.

De acordo com a ABCR, desta vez o movimento de veículos leves apresentou alta de 4,7% no segundo mês do ano sobre janeiro. No entanto, na comparação com fevereiro de 2020, há uma queda de 11%. O recuo de deve à pandemia de covid-19, que reduziu o movimento de veículos de passeio nas estradas.

or causa do aumento no movimento de caminhões e carros de passeio, o fluxo geral de veículos  referente a fevereiro de 2021 apresentou avanço de 3,8% no comparativo com janeiro.

No Paraná, o fluxo total de veículos que passam por vias pedagiadas subiu 11,4% frente a janeiro, ditado pelo avanço de 19,9% do índice de leves e de 0,8% no de pesados no período.

Em comparação com o mesmo período de 2020, o índice total apresentou redução de 6,9%. O fluxo pedagiado de veículos leves caiu 11,1%, enquanto o fluxo de pesados aumentou 0,2%.

Movimento por estado

No Rio de Janeiro, o fluxo total subiu 1,5% comparado a janeiro, em termos dessazonalizados. O resultado decorreu da alta de 2,1% no fluxo de veículos pesados e de 1,7% dos leves.

Na comparação com fevereiro de 2020, o índice total registrou decréscimo de 6,9%. O fluxo de leves caiu 7,6% e o fluxo de pesados 3,2%, mantida a métrica de comparação.

Em São Paulo, no entanto, o fluxo pedagiado total de veículos teve avanço de 3,1% frente a janeiro, em termos dessazonalizados. A desagregação entre leves e pesados apresentou variação de 4,4% e 1,2%, respectivamente..

Na comparação com o mesmo período de 2020, o índice total decresceu 8%. O fluxo pedagiado de veículos leves apresentou queda de 11,7%, enquanto o fluxo de pesados subiu 4,8%.

FONTE: Estradão  

Fechar Menu